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       MILÃO - Itália

       Conheça mais sobre MILÃO


Milão é, desde a Idade Média, um grande centro comercial, industrial e financeiro a nível europeu. Atualmente é a cidade mais rica da Itália, tendo simultaneamente cerca de 6 milhões de habitantes.

De origem céltica, foi conquistada pelos romanos em 222 a.C.. Tinha a designação de Mediolanum e foi a capital do império do ocidente entre 305 e 402. O Édito de Milão, de Constantino, em 313 assegurou a liberdade religiosa no império.

Foi uma das cidades italianas que mais sofreram na Segunda Guerra Mundial, sendo alvo de gigantesca reconstrução.

Em termos europeus, a área metropolitana de Milão cobre aproximadamente equivalente à de Paris com uma população de mais de sete milhões de habitantes. Pela população, Milão é a segunda maior cidade italiana e a terceira maior área metropolitana da União Européia.


Milão, em conjunto com Paris, é uma das capitais mundiais da moda. A cidade é também uma das cidades mais ricas na união européia.

Em Milão a beleza exuberante do Duomo não pode deixar de ser notada, maior catedral gótica da Itália. Sua construção, que durou 500 anos, começou no sec. XIV e objetivava abrigar toda a população da cidade, àquela época em torno de 40.000 pessoas. Daí charmar-se "Duomo" de Milão que significa Casa de Milão

Situado no centro da cidade , o Duomo é o marco zero geográfico da cidade e ponto de partida para se conhecer a cidade. Muitas de suas atrações estão nas proximidades ou vizinhanças.









Pode-se visitar internamente a igreja e seu telhado. Todos os dias, de 7 às19h de junho a setembro, e de 9 às 16h, de outubro a maio. Para ingressar na igreja nada se paga, mas para subir ao seu telhado paga-se o preço de 4 Euros, por elevador.


Uma das coisas mais interessantes a ser fazer em toda Milão é visitar o telhado do Duomo, todo em placas de mármore, da mesma pedra de sua fachada, suas esculturas (santos, gárgulas e agulhas) e de onde se tem uma bela vista de toda a cidade.


O Duomo é uma gigantesca igreja catedral, uma das maiores em estilo gótico em todo o mundo, em dimensões, pois tem cerca de 160 m de comprimento por 92 de largura. Suas dimensões representam aquilo que mais impressiona e provoca admiração a quem a visita, num primeiro olhar.

Na praça se tem além disso, o Palácio Reale de 1778 que frequentemente expõe obras de arte de alto interesse.

Da praça iniciam-se importantes ramificações: o eixo da via Orefici/via Dante que leva até o Castelo Sforzesco construído em 1450 e extremo exemplo da Milão do renascimento, caracterizando-se pela torre central, pela estrutura a quadrilátero e pela estrutura interna de pátios e torres. Abriga as Civiche Raccolte de Arte Antiga e a Pinacoteca com obras primas como a Pietà Rondanini de Michelangelo, a Sala delle Asse afrescadas por Da Vinci, esculturas medievais e do renascimento.

Atrás do Castello se tem um grande parque com o napoleônico Arco da Paz de 1807.

Sempre de Piazza Duomo, seguindo via Torino, se tem a Igreja de S. Maria S. Satiro, uma das obras de arte absolutas da arquitetura do renascimento projetada por Bramante e, famosa pelo efeito ótico de profundidade da perspecção.

As Galerias Vittorio Emanuele II situam-se na região de Piazza del Duomo, a zona norte de Milão, e ganharam o nome do primeiro rei da Itália Unida, Vittorio Emanuele II.

Giuseppe Mengoni foi o senhor responsável pela sua construção, que demorou qualquer coisa como 12 anos, e foi terminada em 1877.



As ruas da galeria são cobertas por vidro em arco e ferro, um design muito comum no sec. XIX no que diz respeito a grandes superfícies comerciais.

Agora, 130 anos depois da sua abertura, esta galeria inclui as lojas mais famosas da região , restaurantes, livrarias, parques e hotéis, oferecendo aos visitantes tudo o que existe com mais luxo (e mais caro) da região de Milão.



Milão e a cultura são um binômio indivisível: mostras de arte e também fundações privadas como a Fondazione Mazzotta, atividades teatrais- lembramos o Piccolo Teatro e o Teatro Strheler- importantes museis ricos de obras primas como a Pinacoteca Ambrosiana- com obras de Caravaggio, Ghirlandaio, Botticelli – e a Pinacoteca di Brera que ao seu interno se admiram obras de Raffaello, De Chirico, Piero della Francesca, Caravaggio, Morandi e até a fase italiana de 1800 dada a vasta escolha e a qualidade da coleção.













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